A identidade de Angola reside na sua pluralidade. A UNITA defende uma política cultural que valorize as nossas raízes, promova as línguas nacionais e proteja o património histórico como herança de todos os angolanos.
Corpo do Artigo: Para a visão institucional da UNITA, a cultura não é um acessório, mas o alicerce da unidade nacional. O projeto de governação proposto entende que a riqueza de Angola se manifesta na diversidade das suas tradições, ritmos e expressões artísticas. Por isso, a prioridade estratégica assenta na Descentralização Cultural, garantindo que o fomento às artes não se limite à capital, mas chegue a cada província e município.
Um pilar fundamental desta política é a Dignificação das Línguas Nacionais. Propõe-se o reforço do seu ensino no sistema escolar e a sua utilização crescente na administração pública, como forma de inclusão social e respeito pela ancestralidade. Uma nação que comunica nas suas línguas maternas é uma nação que se reconhece a si mesma e valoriza a sua história.
Além disso, a preservação do Património Histórico e Museológico é vista como um dever de Estado. Desde os monumentos que contam a nossa luta pela liberdade até aos sítios arqueológicos e naturais, tudo deve ser protegido e transformado em ativos de educação e turismo cultural. Ao promovermos as indústrias criativas — do cinema à literatura e ao artesanato — estamos a gerar emprego para os jovens e a projetar o nome de Angola com orgulho no cenário internacional.
“A cultura é o que nos resta quando tudo o mais é esquecido. Valorizar as nossas origens é o caminho mais seguro para construir um futuro com dignidade e respeito mútuo.” — Diretrizes para a Identidade e Cultura Nacional.
