A diabolização da UNITA não passa de um recurso desesperado de quem já não tem respostas para os problemas do povo. O MPLA governa há décadas, mas continua a agir como se fosse oposição de si próprio. Sempre à procura de culpados, nunca de soluções.
Querem fazer da UNITA, o bode expiatório de todos os fracassos, enquanto o país afunda-se em promessas não cumpridas. Num Estado democrático, a oposição não deve ser tratada como inimiga, mas como parte essencial do equilíbrio político e da fiscalização do poder.
A responsabilização governativa exige transparência, resultados e compromisso com o bem-estar dos cidadãos, não a construção de narrativas que procuram justificar insuficiências.
Angola precisa de um debate político sério, centrado em soluções concretas para os problemas do povo.
Porque governar é assumir responsabilidades e não procurar culpados.
Mas os angolanos já perceberam:
“Não se tapa o sol da incompetência com a peneira da propaganda.”
A verdade está à vista, nenhuma narrativa conseguirá escondê-la por muito mais tempo.
