A plena democracia em Angola só será alcançada com a participação equitativa das mulheres em todos os centros de decisão. A UNITA reafirma o seu compromisso com a paridade e a proteção dos direitos fundamentais da mulher angolana
Para a visão institucional da UNITA, a mulher não é apenas o esteio da família, mas uma força motriz essencial para a renovação política e o crescimento económico. Através da LIMA (Liga da Mulher Angolana), o partido tem promovido a capacitação de lideranças femininas que hoje ocupam lugares de destaque no Parlamento e nas estruturas de base, demonstrando que a competência não tem género.
A proposta de governação defende políticas públicas que combatam as barreiras estruturais que ainda impedem muitas angolanas de progredir. Isto inclui o reforço da Lei contra a Violência Doméstica, o incentivo ao empreendedorismo feminino através de linhas de microcrédito desburocratizadas e a garantia de igualdade salarial para funções idênticas.
Investir na mulher é investir na nação. Quando garantimos que a mulher rural tem acesso à posse da terra e que a jovem estudante tem apoio para concluir o ensino superior, estamos a combater a pobreza na sua raiz. A UNITA acredita que uma Angola moderna exige uma governação sensível ao género, onde a voz feminina ajude a desenhar as soluções para os desafios da saúde, educação e paz social.
“A libertação da mulher é a libertação da própria sociedade. Sem o contributo pleno das mulheres, o desenvolvimento de Angola será sempre incompleto.” — Diretrizes Estratégicas da LIMA.
