O futuro de Angola escreve-se hoje nas salas de aula. Para a UNITA, a reforma do sistema de ensino começa obrigatoriamente pela dignificação dos professores e pela modernização das infraestruturas escolares.
A educação não pode ser vista apenas como um gasto orçamental, mas sim como o investimento mais reprodutivo que um Estado pode realizar. A visão estratégica para o setor assenta na premissa de que nenhum sistema de ensino é superior à qualidade dos seus professores. Por isso, a proposta institucional defende um Estatuto da Carreira Docente que garanta salários dignos, formação contínua e condições de trabalho que motivem os profissionais a exercer a sua missão com excelência.
Além da valorização do capital humano, é urgente a adequação dos currículos escolares à realidade económica e tecnológica do século XXI. Propõe-se um ensino que estimule o pensamento crítico e a capacidade técnica, reduzindo o fosso entre a academia e o mercado de trabalho. O objetivo é que cada jovem angolano, independentemente da sua província de origem, tenha acesso a uma escola pública de qualidade, com bibliotecas, laboratórios e merenda escolar garantida.
A alfabetização e o ensino primário são as bases desta pirâmide. Ao erradicarmos o analfabetismo e fortalecermos a base do sistema, estamos a construir uma cidadania consciente e uma mão-de-obra qualificada, capaz de conduzir Angola ao patamar das nações mais desenvolvidas do continente.
“Educar é libertar. Um povo instruído é um povo soberano, capaz de construir o seu próprio destino com as ferramentas do saber e da competência.” — Plano Nacional de Desenvolvimento Humano
