
A terra é a nossa maior riqueza. A UNITA defende a transformação do setor agrícola num motor de crescimento económico, priorizando o apoio técnico e financeiro aos pequenos produtores e às cooperativas rurais.
Para a visão institucional da UNITA, a diversificação da economia angolana passa obrigatoriamente pelo campo. O modelo de governação proposto rompe com a dependência excessiva das importações de bens alimentares, focando-se no potencial das nossas terras aráveis e na força de trabalho das famílias camponesas, que são responsáveis pela maior parte da produção nacional.
A estratégia assenta em três pilares fundamentais: Segurança Jurídica da Posse da Terra, Acesso ao Crédito Agrícola e Infraestruturas de Escoamento. Propõe-se que o Estado atue como facilitador, garantindo que as sementes, os fertilizantes e a mecanização ligeira cheguem às cooperativas sem os entraves da burocracia centralizada.
Além da produção, é vital garantir que o que se cultiva chegue à mesa do consumidor. Por isso, a reabilitação das vias secundárias e terciárias é vista como uma prioridade agrícola, permitindo que o milho do Planalto Central, a fruta do Uíge ou o gado da Huíla alimentem as cidades e gerem rendimento real para as populações rurais. Uma Angola que se alimenta a si própria é uma Angola verdadeiramente soberana e livre da inflação dos produtos importados.
“O renascimento de Angola começa no campo. Apoiar o camponês é garantir o pão na mesa de todos os angolanos e a riqueza das nossas províncias.” — Plano Nacional de Desenvolvimento Rural.
